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VACINAS DISPONÍVEIS

– O que previne: Tuberculose – principalmente as formas graves, como meningite tuberculosa e tuberculose miliar (espalhada pelo corpo).

– Indicação: A vacina é indicada de rotina a partir do nascimento até os 5 anos de idade.

– Esquema de doses: Dose única.

– O que previne: Infecção causada pelos quatro sorotipos de dengue: DEN1, DEN2, DEN3 e DEN4. A eficácia na prevenção da doença é de 65,5%; na prevenção de dengue grave e hemorrágica é de 93% e de internação é de mais de 80%.

– Indicação: A vacina está licenciada para crianças a partir de 9 anos de idade, adolescentes e adultos até 45 anos e é recomendada para indivíduos previamente infectados por um dos vírus da dengue (soropositivos com ou sem história da doença).

– Esquema de doses: Três doses com intervalo de seis meses.

– O que previne: DTPa-VIP-HB/HIb: difteria, tétano, coqueluche, meningite por Haemophilus influenzae tipo b, poliomielite e hepatite B.

– Indicação: para crianças a partir de 2 meses de idade e pode ser aplicada até os 7 anos.

– Esquema de doses: Para a vacinação rotineira de crianças (aos 2, 4, 6 meses e entre 12 e 18 meses)

– O que previne: Febre amarela.

– Indicação: Crianças a partir de 9 meses de idade, adolescentes e adultos que vivem em regiões brasileiras classificadas como áreas de recomendação de vacinação, ou em viagem nacional/internacional de risco para a doença, ou com obrigatoriedade de comprovação da vacinação.

– Esquema de doses: Nas áreas brasileiras com recomendação de vacina:

  • Rotina: dose única a partir dos 9 meses e até os 59 anos.
  • Em situações de risco (municípios onde haja circulação do vírus da febre amarela com registro de casos em humanos), idosos, gestantes e outros grupos de precaução devem ser vacinados, desde que não haja contraindicação.

– O que previne: Infecção pelo vírus Influenza com duas cepas de vírus A e duas cepas de vírus B.

– Indicação: Para todas as pessoas a partir de 6 meses de vida, principalmente aquelas de maior risco para infecções respiratórias, que podem ter complicações e a forma grave da doença.

– Esquemas de doses:

  • Para crianças de 6 meses a 9 anos de idade: duas doses na primeira vez em que forem vacinadas (primovacinação), com intervalo de um mês e revacinação anual.
  • Para crianças maiores de 9 anos, adolescentes, adultos e idosos: dose única anual.

– O que previne: Infecções do fígado (hepatites) causadas pelos vírus da hepatite A e hepatite B.

– Indicação: Crianças a partir dos 12 meses, adolescentes e adultos. É uma boa opção para pessoas que não foram vacinadas contra as duas hepatites.

– Esquemas de doses:

  • Para crianças e adolescentes a partir de 1 ano e menores de 16: duas doses com intervalo de seis meses.
  • Para adolescentes a partir dos 16 anos, adultos e idosos: três doses, sendo a segunda aplicada um mês após a primeira, e a terceira, cinco meses após a segunda.
  • Pessoas com indicação de dose dobrada da vacina hepatite B ou esquema de quatro doses, devem receber complementação com a vacina hepatite B.

– O que previne: O herpes zóster, popularmente conhecido como “cobreiro”, e sua principal complicação, a neuropatia pós-herpética, responsável por dor crônica, prolongada, de difícil controle e extremamente debilitante.

– Indicação: Atualmente existem duas vacinas licenciadas, recomendadas principalmente a partir dos 50 anos de idade. 

– Esquema de doses: Uma ou duas doses dependendo da vacina.

– O que previne: Infecções persistentes e lesões pré-cancerosas causadas pelos tipos de HPV 6,11,16,18. Também previne o câncer de colo do útero, da vulva, da vagina, do ânus e verrugas genitais (condiloma).

– Indicação: A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo) recomendam a vacinação de meninas e mulheres de 9 a 45 anos de idade e meninos e jovens de 9 a 26 anos. Homens e mulheres em idades fora da faixa de licenciamento também podem ser beneficiados com a vacinação, de acordo com critério médico.

– Esquemas de doses:

  • A vacina é licenciada para meninas e mulheres a partir dos 9 anos aos 45 anos e para meninos e homens entre 9 e 26 anos. O esquema deve ser iniciado o mais cedo possível.
  • São recomendadas duas ou três doses, dependendo da idade de início da vacinação.
  • Para meninas e meninos de 9 a 14 anos, 11 meses e 29 dias são indicadas duas doses, com intervalo de seis meses entre elas (0 – 6 meses).
  • A partir dos 15 anos, são três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).
  • Independentemente da idade, meninas e mulheres imunodeprimidas por doença ou tratamento devem receber três doses: a segunda, um a dois meses após a primeira, e a terceira, seis meses após a primeira dose (0 – 1 a 2 – 6 meses).

– O que previne: Meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo do tipo B.

– Indicação:

  • Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm).
  • Para adultos com até 50 anos, dependendo de risco epidemiológico.
  • Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.
  • Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.

– Esquema de doses:

  • As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam o uso rotineiro de quatro doses da vacina meningocócica B aos 3, 5 e 7 meses de vida e entre 12 e 15 meses.
  • Para adolescentes não vacinados antes, a SBP e a SBIm recomendam duas doses com intervalo de um mês.
  • Para adultos com até 50 anos, em situações que justifiquem: duas doses com intervalo de um mês.
  • Para crianças mais velhas que não foram vacinadas o esquema de doses varia conforme a faixa etária 

– O que previne: Meningites e infecções generalizadas (doenças meningocócicas) causadas pela bactéria meningococo dos tipos A, C, W e Y.

– Indicação:

  • Para crianças e adolescentes, conforme recomendações das sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e Imunizações (SBIm).
  • Para adultos e idosos, dependendo da situação epidemiológica.
  • Para pessoas de qualquer idade com doenças que aumentem o risco para a doença meningocócica.
  • Para viajantes com destino às regiões onde há risco aumentado da doença.

– Esquema de doses:

  • As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam o uso rotineiro dessa vacina para crianças, adolescentes e adultos. Na impossibilidade de usar a vacina ACWY, deve-se utilizar a vacina meningocócica C conjugada.
  • Para crianças, a vacinação deve iniciar aos 3 meses de idade com três doses no primeiro ano de vida e reforços aos 12 meses, 5 anos e 11 anos de idade. Para adolescentes que nunca receberam a vacina meningocócica conjugada quadrivalente — ACWY, são recomendadas duas doses com intervalo de cinco anos.
  • Para adultos, dose única.

– O que previne: A vacina pneumocócica conjugada 13-valente (VPC13) previne cerca de 90% das doenças graves (pneumonia, meningite, otite) em crianças, causadas por 13 sorotipos de pneumococos.

– Indicações:

  • Para crianças a partir de 2 meses e menores de 6 anos de idade é recomendada a vacinação rotineira com VPC13.
  • Para crianças com mais de 6 anos, adolescentes e adultos portadores de certas doenças crônicas, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23.
  • Para maiores de 50 anos e, sobretudo, para maiores de 60, recomenda-se esquema com as vacinas VPC13 e VPP23.

– Esquema de doses:

  • As sociedades brasileiras de Pediatria (SBP) e de Imunizações (SBIm) recomendam a vacinação infantil de rotina com quatro doses: aos 2, 4 e 6 meses de vida e reforço entre 12 e 15 meses.
  • Para crianças entre 1 e 2 anos e não vacinadas: duas doses com intervalo de dois meses.
  • Para crianças entre 2 e 5 anos de idade e não vacinadas: uma dose.
  • Para crianças entre 2 e 5 anos e portadoras de doenças crônicas que justifiquem, pode ser necessário complementar a vacinação com a vacina pneumocócica polissacarídica 23-valente (VPP23).

Crianças que começam a vacinação com atraso, após os 6 meses de vida, precisam que seus esquemas sejam adaptados de acordo com a idade de início. 

– O que previne: Doença diarreica causada por rotavírus.

– Indicação: Bebês de 6 semanas a 8 meses e 0 dia. A primeira dose deve ser obrigatoriamente aplicada até a idade de 3 meses e 15 dias, e a última dose até os 7 meses e 29 dias.

– Esquema de doses: Para crianças a partir de 6 semanas de idade: três doses, com intervalo mínimo de quatro semanas. Esquema padrão: 2, 4 e 6 meses de idade.

– O que previne: Sarampo, caxumba, rubéola e varicela.

– Indicação: A vacina SCR-V está recomendada para crianças e adolescentes com menos de 12 anos em substituição às vacinas tríplice viral (SCR) e varicela, quando a aplicação destas duas for coincidente.

– Esquemas de doses:

  • Para ser considerado protegido, todo indivíduo dever ter tomado duas doses na vida, com intervalo mínimo de um mês, aplicadas a partir dos 12 meses de idade. 
  • A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) e a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) recomendam duas doses da vacina, com intervalo de três meses: aos 12 meses e entre 15 e 24 meses de idade. Se não for possível usar a quádrupla, é possível substituí-la pela tríplice viral (SCR) e a vacina varicela.
  • Crianças mais velhas, adolescentes e adultos não vacinados ou sem comprovação de doses aplicadas: duas doses com intervalo de um mês.

A difteria, o tétano e a coqueluche são doenças potencialmente graves passiveis de prevenção pela vacinação. As três primeiras doses da vacina (DTPa) devem ser aplicadas nos 2, 4 e 6 meses de vida e reforço entre 15 e 18 meses, o segundo reforço entre 4 – 5 anos de vida. As vacinas mais modernas acelulares apresentam menor ocorrência de reações. Sempre que possível, seu uso deve ser preferido.

A Organizacao mundial da Saude desde 1997 recomenda como cuidado básico de saúde que todos devem estar protegidos contra a hepatite B e doenças correlacionadas como cirrose e câncer de fígado. O esquema de vacinação contra hepatite B é composto por 3 doses: a primeira dose deve ser administrada nas primeiras horas de vida, a segunda dose um mês após e a terceira dose 6 meses após a primeira. Em adultos também devem ser plicadas 3 doses ou completar o esquema vacinal.

A Hepatite A pode acometer as diversas faixas etárias. Nas crianças, a infecção tende a ser leve ou assintomática; a hepatite fulminante é a complicação mais temida desta infecção. A gravidade do quadro clinica é maior quanto maior for à idade da pessoa. A hepatite A é adquirida principalmente pela via oro-fecal através do contato pessoa a pessoa ou pela ingestão de alimentos ou água contaminados. A vacina contra hepatitre A esta indicada a partir dos 12 meses. O esquema de vacinação é composto por duas doses com intervalo de 6 meses entre as doses. A vacina é segura e altamente eficaz.